quinta-feira, 10 de março de 2011

Área de direitos do Ministério da Cultura dividida



Racha abala setor de direitos intelectuais do Ministério da Cultura em Brasília. Protestos invadiram a internet com mensagens contrarias à saída de Marcos Alves de Souza, da direção do departamento de Direitos Inteletuais do Minc, que é ligado à Secretária de Polílicas Culturais.

O problema começa quando assuntos técnicos, que deveriam ser discutidos por especialistas, são tratados politicamente sobre propriedades intelectuais, fazendo com que todo o estudo técnico seja colocado à prova por interesses os quais fogem a proposta do estudo.

O controle do governo sobre o tema extrapola as fronteiras do país, quando o tema é discutido em fóruns mundiais. A nova diretora nomeada, a advogada Márcia Regina Vicente Barbosa, já foi integrante da consultoria Jurídica do Minc durante a gestão de Gilberto Gil/Juca Ferreira, e portanto espera-se que possa desempenhar suas funções no cargo com conhecimento de causa à frente do setor.

Toda essa mudança nas diretrizes do Ministério da Cultura tem como base a troca do governo, e talvez seja uma maneira de agradar os Estados Unidos, e com isso fazendo com que seja viável a vinda de Obama ao Brasil.

Dezesseis pessoas ameaçam deixar seus cargos em função do novo anteprojeto, em razão da ministra Ana de Hollanda ter declarado à revista  Isto É que o debate sobre o tema foi insuficiente. Se ela acha insuficiente, somente agora veio a tona essa discussão, se as vaidades e disputas por cargos não fossem dessa forma muitas questões técnicas, seriam solucionadas em conjunto com todas as áreas envolvidas do Minc. E não por apenas um setor.      


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