O entrevistado será o Sr. Waldyr Stumpf Jr., chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, recém-nomeado diretor de tranferência de tecnologia da Embrapa.
1- Quais os principais desafios para a Embrapa em relação à transferência de tecnologia?
Resposta Waldyr Stumpf: Ah! sem dúvida. A Embrapa, hoje, ela coordena o Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária, é uma dimensão nacional, e hoje internacional com os escritórios de transferência na América Latina e África, e de alguma forma as tecnologias que hoje estão disponíveis, e que foram assimiladas pelo setor produtivo, elas têm um papel significativo para a Embrapa.
Porque a Embrapa consegue estabelecer uma lógica e uma capilaridade no seu trabalho, dentro dessa lógica, observar e captar as demandas e construir propostas juntas com os agricultores e depois disseminar esse conhecimento através de dimensão de ações de transferência que envolve uma série de processos diferentes.
Então a Embrapa sem dúvida é a principal instituição do país nessa relação de pesquisa agropecuária para o desenvonvimento no Brasil e no mundo.
Porque a Embrapa consegue estabelecer uma lógica e uma capilaridade no seu trabalho, dentro dessa lógica, observar e captar as demandas e construir propostas juntas com os agricultores e depois disseminar esse conhecimento através de dimensão de ações de transferência que envolve uma série de processos diferentes.
Então a Embrapa sem dúvida é a principal instituição do país nessa relação de pesquisa agropecuária para o desenvonvimento no Brasil e no mundo.
2 - O senhor acredita que a Embrapa está acompanhando ou liderando o processo da transferência de tecnologia em relação às outras instituições do país?
Resposta Waldyr Stumpf: A transferência de tecnologia é um segmento do processo todo de comunicação de inovação, então a transferência, ela se torna uma ciência de disseminação, é apenas transferir alguma coisa a alguem, mas sim fazer com que as pessoas para quem nós trabalhamos, que são os agricultores nas cadeias produtivas, possam se apropriarem das tecnologias produzidas, e dos conhecimentos gerados pela Embrapa, pelas instituições que trabalham com pesquisa agropecuária para o desenvolvimento.
Então o desafio entre os segmentos que compõem essa cadeia produtiva, esses arranjos produtivos para que as soluções que nós geramos, elas possam chegar até os agricultores para que nós possamos perceber o que eles precisam, e junto com eles buscarmos alternativas de solução, então um desafio entre agricultores, pesquisa e cadeia, para que esses conhecimentos possam fazer com que as demandas cheguem às instituições e possam ser apropriadas pelos agricultores, é estabelecer canais de comunicação para disseminação dos conhecimentos.
Então o desafio entre os segmentos que compõem essa cadeia produtiva, esses arranjos produtivos para que as soluções que nós geramos, elas possam chegar até os agricultores para que nós possamos perceber o que eles precisam, e junto com eles buscarmos alternativas de solução, então um desafio entre agricultores, pesquisa e cadeia, para que esses conhecimentos possam fazer com que as demandas cheguem às instituições e possam ser apropriadas pelos agricultores, é estabelecer canais de comunicação para disseminação dos conhecimentos.
3 - Qual a sua expectativa em relação ao novo cargo na diretoria executiva da Embrapa?
Aquele trabalho que foi e continua sendo constituído na Embrapa Clima Temperado - nós temos aí praticamente 10 anos dessa atual administração - e que vem se implementando toda essa forma, toda essa visão do processo que é de disseminar, de construir com os agricultores e poder disseminar esse conhecimento.
Então acho que é um desafio muito interessante, muito gostoso e com isso tentaremos colocar essa energia para ampliarmos essa visão no Brasil inteiro.
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